Psoríase

Dermatose crônica, não contagiosa, caracterizada por lesões eritêmato-escamosas; ocorre em ambos os sexos, podendo aparecer em qualquer idade, sendo mais freqüente na 3ª e 4ª década de vida. A causa da psoríase ainda é desconhecida; a predisposição à doença é geneticamente determinada.

A doença pode apresentar-se de várias maneiras, desde de formas mínimas com pouquíssimas lesões até a psoríase eritrodérmica, na qual toda a pele esta comprometida. A forma mais freqüente de apresentação é a psoríase em placas, caracterizadas pelo surgimento de lesões avermelhadas e descamativas na pele, bem delimitadas e de evolução crônica. As escamas geralmente são espessas e esbranquiçadas, e as localizações mais freqüentes são: cotovelos, joelhos, couro cabeludo e tronco. É comum ocorrerem fases de melhoras e pioras. Outra característica é o chamado “Fenômeno de Koebner”, caracterizado pela formação de lesões lineares em áreas de trauma cutâneo. As lesões de psoríase são geralmente assintomáticas, mas pode haver discreto prurido (coçeira).

O tratamento da psoríase vai depender do quadro clínico apresentado, podendo variar desde a simples aplicação de medicações tópicas nos casos mais brandos até tratamentos mais complexos para os casos mais graves. A resposta ao tratamento varia muito de um paciente para outro e o componente emocional não deve ser menosprezado. Uma vida saudável, evitando-se o estresse vai colaborar para a melhora. A exposição solar moderada é de grande ajuda, e manter a pele bem hidratada também auxilia no tratamento. Não existe cura par a psoríase, mas é possível controlar a doença.

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